Na rua não vejo mais do que meus passos
meu grito se ensurdece em meio a relâmpagos.
Na minha mão escorrem gotas de armagura,
meus pés pisam em poças tais quais eu não sinto.
Lágrimas... Água... Suor...
Tudo se mistura!
Tristesa... Salvação... Armagura...
Não dá para explicar em outra palavra!
Minhas emoções retorcidas já não sentem o frio que o vento faz
ao embalar as nuvens em forma sólida.
O cabelo se ouriça sobre a minha nuca,
mas será que é medo? Insegurança?
Ou apenas a maldita da tal armagura?
Enquanto procuro resposta para isso...
Espero a chuva passar,
O sol se abrir e meu vento se transformar em brisa de verão
porque é isso que se faz em um dia de chuva!
Apenas esperamos o sol se abrir...
Derek Carão
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